A Cidade
Segunda Dezembro 18, 2017
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Montagem da Estância

O Século XX – A Montagem da Estância

 

O século XX começou com a emancipação político-administrativa, criando o município de Águas Virtuosas pela lei nº 319, de 16 de setembro de 1901. Instalado em 02 de janeiro de 1902, seu Agente Executivo, cargo equivalente ao de Prefeito hoje, foi o Dr. Eustáquio Garção Stockler, que permaneceu nesta função até 1909, quando foi criada a Prefeitura Municipal, sendo nomeado o Dr. Américo Werneck.13

 

Em 1904 as estâncias entraram em um regime especial de prefeituras, recebendo inúmeros recursos do Governo Estadual para seu aparelhamento. O objetivo era torna-las adequadas a receber o maior número possível de veranistas, como as famosas estâncias européias de Vichy, Carlsbad e Baden-Baden.

 

Em 1902, a Empresa de Águas Minerais Lambari-Cambuquira, que explorava as águas, entrou em liquidação e em 1906 o Estado encampou seu patrimônio, que contava na época com o parque (com área de 5.530 m²), o Balneário, o antigo Cassino, as Fontes e vários equipamentos de exploração das águas; o galpão de engarrafamento d’água e uma linha de bonde que ligava o Parque ao galpão.14

 

Entre 1905 e 1906 foi feita a capitação das águas das fontes, dirigida pelo engenheiro Benjamim Jacob. A localidade possuía, segundo dados de 1907, 08 hotéis, atendendo, nos meses de março a maio e de setembro a outubro, cerca de 800 a 1000 pessoas. Eram exportadas, anualmente, de oito a dez mil caixas de água mineral.15

Cronologia do Município

CRONOLOGIA DO MUNICÍPIO

 

1780 – Descoberta das águas minerais nas terras da Fazenda Trás da Serra, de propriedade do campanhense Antonio Araújo Dantas.

1815–1826 – Trabalho médico de Manoel da Silveira Rodrigues, mencionando as propriedades e indicações das águas de Campanha.

1826 (10/08) – Ofício da Câmara de Campanha solicitando avaliação das terras ao redor das fontes, feita pelos senhores Gaspar José de Paiva e João Pinto da Fonseca.

1827 (24/01) – Ofício da Câmara de Campanha, dirigido ao Visconde de Caeté, Presidente da Província de Minas Gerais, solicitando a compra do terreno em volta das fontes e a proteção destas.

1830–1832 – Compra de 12 alqueires ao redor das fontes de águas minerais, dos herdeiros de Antonio Araújo Dantas.

1833–1834 – Arruamento da área, alinhamento dos ranchos existentes e formação de lotes para a construção de casas.

1836 – Partilha da Fazenda das Águas Virtuosas, de Antonio Araújo Dantas entre seus herdeiros, cabendo à Câmara de Campanha uma gleba, aumentando a área do patrimônio público.

1837–1838 – Visita do Padre Antonio Diogo Feijó ao povoado, fazendo uso das águas.

1839 (26/01) – Câmara Municipal de Campanha estabelece instruções para a proteção das fontes e cria o cargo de agente fiscal da povoação.

1842 – Revolução Liberal, na qual se envolvem inúmeros moradores de Campanha, afetando o desenvolvimento da cidade e do povoado, que fica estagnado durante anos.

1848 – Defesa de tese de doutorado do Dr. José Xavier Lopes de Araújo, na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, sobre as águas minerais de Campanha.

1850 (28/06) – Criação da Paróquia da Água Virtuosa, pela lei provincial nº 487.

1858 – Sede da Freguesia é transferida para Lambari (atual Jesuânia), devido à demora na construção da igreja matriz.

1859 (27/06) – Povoação elevada a Distrito de Paz pela lei nº 998.

1865 (abril) – Comissão de obras é enviada pelo Governo da Província para realizar melhoramentos no distrito, chefiados pelo engenheiro Henrique Gerber.

1865 (03/11) – Ofício do Presidente da Província enviado a Câmara de Campanha, requerendo elaboração de um regulamento para o Distrito.

1868 (agosto) – Visita da Princesa Izabel e seu esposo Conde D’Eu, que fazem uso das águas.

1869 (17/11) – Aprovação do regulamento para o uso e proteção das águas e desenvolvimento do Distrito.

1872 – Análise das águas realizada pelos doutores Ezequiel Correa dos Santos, Agostinho José de Souza Lima e José Ribeiro da Costa. 

1872 (outubro) – Inauguração do Estabelecimento Balneário.

1880 (década) – Fixação de imigrantes italianos na localidade

1882 – Chegada do primeiro médico, Dr. Eustáquio Garção Stockler, que fixa residência na localidade.

1882 (07/10) – Contrato feito entre o Governo e o Dr. Stockler, para exploração das águas minerais, tornando-o o primeiro concessionário da estância.

1882-1885 – Reforma do Estabelecimento Balneário.

1883 – Chegada da estrada de ferro em Três Corações do Rio Verde, localizada a 50 Km de Águas Virtuosas, facilitando a freqüência à estação bauneária.

1888 – Lei nº 3561 concede ao Dr. Eustáquio Garção Stockler o privilégio de explorar as águas por 50 anos.

1889 – Américo Werneck fixa residência em sua Fazenda dos Pinheiros (atual parque Nova Baden).

1890 – Dr. João Bráulio Moinhos de Vilhena Júnior fixa residência na localidade.

1891 (16/09) – Água Virtuosas é elevado a Distrito de Paz, pela lei nº 2. 

1894 – Exploração das águas passa a ser feita pela Companhia União Industrial do Brasil.

1895 (28/01) – Novo contrato de exploração das águas, com a Empresa de Água Minerais Lambari – Cambuquira, modificado em 1990.

1898 – Fundação do Instituto Cirúrgico e Ginecológico, dirigido pelos doutores Duarte Peres Rêgo Monteiro e João Bráulio Júnior.

1901 (16/09) - Criado o município de Águas Virtuosas, pela lei estadual nº 3119.

1902 (02/01) – Instalação do novo município. 

1904 – Liquidação da Empresa das Águas Minerais Lambari – Cambuquira.

1906 (18/05) – Governo Estadual encampa o patrimônio da Empresa das Águas Minerais Lambari –Cambuquira, incluindo Parque das Fontes, Balneário, Cassino, Fontes, Galpão de engarrafamento e maquinário. 

1909 (12/05) – Decreto Estadual nº 2.528, criando a Prefeitura de Águas Virtuosas e nomeando Américo Werneck como prefeito.

1909 (28/05) – Governo Estadual cria crédito de 300 contos de réis para realização de obras na cidade.

1911 (24/04) – Inauguração dos melhoramentos realizados, com a presença do Presidente da República Marechal Hermes da Fonseca e do Presidente de Minas Gerais, Sr. Júlio Bueno Brandão.

1912 (16/05) – Contrato entre Américo Werneck e o Governo Estadual para exploração da estância. 

1915 (01/07) – Rescisão do contrato entre Américo Werneck e o Governo Estadual e início do processo judicial.

1922 - Vitória do Governo Estadual, que toma posse dos bens e celebra novos contratos de arrendamento.

1925 (25/07) – Contrato entre Governo Estadual e Sr. Salvador Oliveiras para exploração da estância balneária.

1930 (27/12) – Mudança do nome da cidade, de Águas Virtuosas para Lambari, pela Lei Estadual nº 9.804.

1939 - As águas minerais passaram a ser exploradas pelo industrial Vivaldi Leite Ribeiro, presidente da Companhia Industrial do Brasil de Grandes Hotéis.

1947 (nov.) – Os prefeitos municipais passam a ser eleitos pelo voto direto.

1948 (27/12) – Lambari perde o distrito de Jesuânia, emancipado pela lei nº 336.

1950 (década) – Construção da nova Igreja Matriz de Nossa Senhora da Saúde.

1960 (década) – Serviços de esgoto e pavimentação de ruas.

1961 (17/05) – Criação da Hidrominas – Águas Minerais de Minas Gerais S. A, que incorporou as estâncias pertencentes ao Governo de Minas Gerais, entre elas, Lambari.

1961 – Os prefeitos municipais voltam a ser nomeados pelo Governo estadual.

1970 (década) – Serviços de esgoto, água encanada, limpeza do Lago Guanabara.

1975 (13/03) – Criação do brasão e da bandeira do município.

1980 (década) – Realização de obras de infra-estrutura: calçamento de ruas, abertura e reforma de escolas, reforma do Parque das Águas, melhoria dos serviços de iluminação e limpeza públicas.

1985 – Prefeitos municipais voltam a ser eleitos pelo voto direto.

1986 – Criação da comenta Mérito Águas Virtuosas, oferecida às pessoas que prestam serviços ao município, estado, país e humanidade. 

1998/1999 – Reforma do prédio do Cassino e do Parque das Águas.

2000 – Tombamento do Conjunto Arquitetônico e Paisagístico do Cassino, Farol, Lago e Parque Wenceslau Braz.

Prefeitos de Lambari

PREFEITOS DE LAMBARI

 

1902 – Dr Eustáchio Garção Stockler

1907 – Dr Américo Werneck ( 1º Prefeito Nomeado Pelo Governador de Minas Gerais – Wenceslau Braz)

1911 – Raul Noronha de Sá

1913 – Dr. Antonio Pimentel Junior

1914 – Henrique Cabral

1918 – Francisco de Castro Filho (interino)

1919 – Dr. Raul Franco de Almeida

1920 – Affonso de Paiva Vilhena (interino)

1921 – João de Almeida Lisboa (em exercício)

1921 – Messias Silveira Machado (interino)

1923 – Joaquim Figueira da Costa Cruz

1924 – Júlio Bráulio (interino)

1924 – Bernardo José de Paulo Aroeira

1930 – Eurico Leopoldo de Bulhões Dutra

1931 – Ernesto de Mello (interino)

1932 – Luiz Lisboa

1935 – Dr. João Lisboa Júnior – a dezembro de 1945

1945 – Dr. Felix Geraldo de A. e Silva (interino)

1946 – Dr. João Lisboa Júnior

1947 – Dr. Helio Monteiro de Toledo Salles (nomeado pelo interventor no estado).

1947 – Dr Ural Prazeres, Joaquim Araújo Júnior  ( Abril à outubro de 1947).

Prefeitos eleitos e acompanhados de Câmara Municipal

1947 – Dr. Helio Monteiro de Toledo Salles

1951 – Dr. João Lisboa Júnior

1952 - José Horton de Morais (em exercício)

1955 – José Capistrano

1967 – Prefeito Jairo Ferreira

1967 – Posteriormente Presidente Dr. José Vicente da Câmara L. de Vilhena

1972 – Professor Walter Cordeiro

1973 – Dr. José Vicente L. de  Vilhena

1973 – Dr. Cyro Rodrigues Coelho

1973 – José Carlos de Alcântara

1976 – Dr. José Vicente L. de Vilhena

1974 – Renato Nascimento (Assumiu o cargo de prefeito em 14 de maio de 1983)

1988 – Dr. Marcílio Marques Botti

1989 – Eugênio Carneiro Rodrigues

1993 – Sebastião Carlos dos Reis

1997 – Eugênio Carneiro Rodrigues

2001 – Nely Fernandes Arantes Bahia

2005 – Sebastião Carlos dos Reis

2009 – Marco Antônio de Resende

2013 - Sérgio Teixeira

 

Hino de Lambari

BANDEIRA OFICIAL DE LAMBARI

 

 

HINO A LAMBARI

 Letra: Dr. Bernardo Aroeira

Ex-Prefeito de Lambari

Música: Júlio Augusto Pinto

Lambariense, Ex-diretor da folha “Hidrópolis, editada em Lambari”.

 

Lambari Terra fagueira

Onde a gente sofredora

Encontra na alma mineira

Acolhida encantadora

 

Água Santa milagrosas

E jardins cheios de rosas

 

Entre as estâncias de Minas

Todos, todos te preferem

Velhas, moças e meninas

Somente as tuas águas querem

 

Porque são maravilhosas

Realmente milagrosas

 

Parece que o Nazareno

Por estas plagas passando

Tomou este clima ameno

Suas bênçãos derramando

 

E a natureza sorriu

E um milagre. Água surgiu.

Histórico do Município

Histórico do Município

 

Século XVIII – A Descoberta das Águas e Criação do Povoado

 

Construção da Igreja Matriz

A origem de Lambari está ligada ao nascimento de outra cidade importante: Campanha. Desde o final do século XVII, a região entre o Rio Verde e o Rio Sapucaí foi explorada por aventureiros originários de Bandeira Paulista. Estes homens fixaram-se e exploraram o ouro e as pedras das “minas do Rio Verde”.

Procurando regularizar a exploração das riquezas minerais no território mineiro, o Governo da Capitania enviou ao local, o Ouvidor da Comarca do Rio das Mortes, Sr. Cipriano José da Rocha. No dia 02 de outubro de 1737, o Ouvidor fundou “um arraial em forma de vila”, mandando construir um rancho para si e ordenando aos outros componentes da expedição que fizessem o mesmo; abrissem ruas, praças e construíssem igrejas. Deu o nome ao lugar de arraial de “São Cipriano”.

O local se desenvolveu rapidamente. Em apenas quinze anos já era elevado à Freguesia, recebendo o nome de Campanha do Rio verde, modificado depois para Campanha da Princesa. À medida que crescia, Campanha assistiu ao surgimento, em seu território, de povoação que originaram várias cidades sul mineiras, entre elas, a de Lambari.

Todas as terras situadas às margens do Rio Lambari ficaram conhecidas como “região do Lambari”. Abrangiam os atuais municípios de Jesuânia e Lambari. A palavra ‘lambari’, deriva de ‘arambari’, que por sua vez, é o topônimo ‘araberi’, já modificado. De origem tupi, a palavra significa sardinha, peixinho, fazendo alusão a grande quantidade desta espécie de peixe, encontrada no rio.

 

Cassino 

A área onde, hoje, se localiza a cidade de Lambari fazia parte de uma grande fazenda, chamada “Fazenda de Trás da Serra”, de propriedade do campanhense Antônio Araújo Dantas. Segundo a tradição local, as nascentes teriam sido descobertas no início da década de 1780, por um grupo de caçadores, após a derrubada da mata que cobria o local.¹

Na edição do periódico “O Monitor Mineiro” de 25 de fevereiro de 1872, a fazenda de Antônio Araújo Dantas era assinalada como famosa, pela descoberta de “uma grota que a mataria ensombrava e onde o lacrimal borbulhante jazia a espera de quantos viessem experimentar-lhe a serventia”.²

Depois de descobertas, as águas logo ganharam fama, atraindo visitantes de toda a província e de fora dela. A fazenda acabou tendo o nome modificado para “Fazenda das Águas Virtuosas”. Antônio de Araújo Dantas morre em 1812, deixando suas terras para a viúva e onze filhos. A partilha da fazenda demorou anos para ser realizada.

O primeiro trabalho médico de que se teve notícia mencionando as águas minerais de Lambari foi um estudo de Dr. Manoel da Silveira Rodrigues, surgido entre os anos de 1816 e 1826, no Rio de Janeiro, onde são assinaladas as propriedades e indicações das fontes.³

Em 1826, a Câmara Municipal de Campanha convocou Gaspar José de Paiva e João Pinto da Fonseca para avaliarem um terreno de 12 alqueres, ao redor das nascentes, para ser adquirido como patrimônio público. Em ofício dirigido a Câmara, datado de 10 de agosto daquele mesmo ano, o terreno era avaliado em 100 mil réis. A Câmara enviou, então, ofício ao Visconde de Caeté, Governador da Província de Minas Gerais, solicitando medidas em favor da água e do local que, segundo as projeções, formaria ‘um arraial populoso’.4

 

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Mileo, p.11-3.

Martins, p.27.

Martins, p. 08.

Mileo, p.27.

Dentre as solicitações, destacavam-se, além da compra do terreno avaliado; a drenagem do local, a proteção da nascente, que deveria ser fechada de pedra e cal, a construção de dois tanques de banho (para leprosos e doentes de moléstias contagiosas), e a construção de casas de aluguel para os doentes.       

Nos anos seguintes, entre 1830 e 1832 foram adquiridos de herdeiros de Antônio de Araújo Dantas a área de 12 alqueres e providenciado o arruamento e alinhamento dos ranchos no local, além de concessão de lotes para construção de casas.

 

Palácio do Cassino

Constava como logradouros da povoação, em 1834, os Largos da Fonte, da Capela e do Garcia; as ruas, Direita, Formosa, Solitária, São Gonçalo e Nova e as Travessas das Jabuticabeiras e do Hospital. Esta última recebeu este nome devido à concessão de terreno feito ao médico inglês, Thomaz Cockrane, para construção de uma enfermaria para os usuários das águas. Porém, a edificação não foi efetivada.

Em 1836, a “Fazenda das Águas Virtuosas” foi finalmente dividida entre os herdeiros; muitos repassando sua parte nos terrenos a outros, fazendo surgir um emaranhado de pequenas propriedades ao redor da povoação. A Câmara Municipal de Campanha adquiriu mais algumas terras, aumentando a área do patrimônio público, mas o desenvolvimento do lugar corria lento.

Segundo Almanaque Sul Mineiro, a povoação, em 1837, constava de apenas “uma pequena casa de telhas, algumas choças de sapé e um cercado de esteira no lugar das fontes de águas minerais”.5

 

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5. Almanack, 1884, p.92

No ano seguinte o povoado recebeu a visita do Padre Diogo Antônio Feijó, que permaneceu cerca de um mês fazendo uso das águas. Após esta visita foi criado o cargo de agente fiscal para a povoação e tomadas providências para proteger seu patrimônio.

 

Entre as atribuições do agente fiscal estavam:

Impedir a destruição das matas;

Impedir que lavassem ‘qualquer coisa’ dentro da fonte potável ou lançassem entulhos no canal do esgoto dela para o ribeirão;

Impedir o uso das águas a doentes com moléstias contagiosas ou asquerosas da pele, devendo este usar banheiros próprios (a serem construídos).

 

Na década de 1840 o desenvolvimento da população conheceu uma fase de estagnação, em parte devido à derrota da Revolução Liberal de 1842. José Nicolau Mileo relatou em seu livro “Subsídios para a História de Lambari” que, na época, vários cidadãos campanheses foram perseguidos e presos. A vida comercial, social e administrativa da vila estacionou. Diversas famílias abastadas tiveram as fortunas abaladas, fugiram ou migraram.

Os efeitos se fizeram sentir também na povoação de Águas Virtuosas. Entre os anos de 1840 e 1848, o número de casas de telha passou de 10 para apenas 16, e os trabalhos se restringiram a consertos de caminhos, limpeza do ribeirão Lambari Pequeno (atual Mumbuca) e conservação das fontes.6

Vale ressaltar nesse período o aparecimento de uma tese de doutorado, discorrendo sobre as fontes de águas minerais; defendida no Rio de Janeiro, no ano de 1848, pelo médico Dr. José Xavier Barbosa.